Minicursos de Guitarra

MINICURSOS DE GUITARRA

Os minicursos disponibilizados via WhatsApp são parte efetiva do que chamamos de transição da era da informação e cibridismo. Aqui, você tem em tempo real, e com disponibilidade vinculado ao seu tempo de estudo, ou seja, uma grade à disposição do aluno, uma excelente relação de autonomia e gestão do tempo assim como custo/benefício, afim de gerar mais resultados.

Cada lick (exercício ou exemplo) é enviado em um vídeo curto com áudio e vídeo profissional em três velocidades, para um efetivo processo de absorção. Cada vídeo contém o PDF com tablatura para registro e total compreensão.

MINICURSO- DIMINISHED SECRETS

São dez exemplos de shapes (modelos/desenhos) de arpegios/escala diminutos já aplicados em um formato mais prático e musical.

PATTERNS DEMONSTRATION

Dez licks de extrema valia para um melhor controle de mão direita. Um caminho já percorrido por centenas de dezenas de músicos experientes. Excelente para um melhor aproveitamento vertical e horizontal sobre o braço do instrumento.

Os minicursos ainda contam com suportes de áudios suplementares afim de extirpar dúvidas e trazer total esclarecimento ao aluno.

O contato para interessados é feito via direct message no Instagram @maldonalle ou via E-mail maldonalle@gmail.com

Abraços e Keep on playing

Luís Maldonalle

34 anos do Rising Force

Nem todo disco tem a capacidade de sobreviver ao teste do tempo. Outros por sua vez, possuem o raro dom de tornar-se mais charmosos e até mais ouvidos, a medida em que o tempo passa. Na minha opinião, Rising Force é um desses casos.
Há exatos 34 anos, a bolacha com o selo Polydor/Polygram era lançado.

Além de todo o vigor e a unicidade para um disco de estreia, mesmo como um álbum praticamente instrumental (apenas duas músicas não são) teve o feito de ficar na posição 60 da Billboard e Décimo Quarto na terra Natal do Maestro. Além de uma inesperada indicação ao Grammy em 1986 como melhor álbum rock instrumental.

Dentro do estilo, Joe Satriani conseguiu um incrível vigésimo nono lugar na Billboard, mas isso só aconteceria três anos depois em 1987.

O destaque no que era mainstream até então, trouxe uma legião de fãs e adeptos do que viria a ser reconhecido como neoclássico, uma mistura de rock com barroco e coisas do tipo. Eu prefiro pensar em algo como um Paganini com um monte de Marshall no talo.

A possibilidade de contrato com a Polydor surgiu durante a tour do Alcatrazz no Japão de onde saiu o registro Metallic Live 84. Sem dúvida uma das performances mais memoráveis em se tratando de guitarra ao vivo. A essa altura a gravadora já estava ciente da peripécias virtuosas do Sueco, e a ponte para o Plant Studio em Los Angeles, não demorou.

Para um disco com um rigor técnico acima da média, Rising Force teve um caminho rápido em sua confecção. Do contrato até o lançamento a coisa foi bem rápida. Metallic Live, o apoteótico show no Japão, foi gravado em 28 de Janeiro de 1984. Rising force saiu em 5 de Março. Resumindo, a coisa toda deve ter acontecido em menos de 40/45 dias.

Falando um pouco sobre o studio, o The record Plant era chefiado por Gary Kellgren e Chris Stone. Gary tinha um currículo de respeito como engenheiro, durante os anos 60/70 e trabalhou com nada menos que Hendrix, Lennon, Zappa, BB King entre outros. Mas Gary morreu em 1977.

A produção do álbum ficou a cargo de Yngwie. Peter Vargo e Lester Claypool (não confundir com Les Claypool do Primus)foram os engenheiros. Peter ainda trabalhou no álbum Marching Out (1985) e na versão remasterizada de 1989 do Live Sentence – outro registro ” live” do Alcatrazz.

O resultado e a clareza do álbum é pra lá de autêntico e sofisticado, mesmo que em alguns fóruns bizarros, um ou outro lunático com demência em estágio avançado, diga que o timbre da bateria e baixo são, ” sofríveis”.

O line up do disco que tem o Jovem chefe Viking também como baixista, traz Barrie Barriemore Barlow ex Jethro Tull na bateria. Na minha opinião, o fato de Barrie ter sido o baterista nesse álbum, deu um ar mais límpido ao trabalho. Já que a dinâmica e as linhas impostas às músicas deixou todo o set mais vintage do que metal, o que trouxe uma identidade ímpar ao disco.

Jeff Scott Soto (Talisman, Takara e Sons of Apollo) é o vocalista em “As above so below” e “Now your ships are burned”.

Jens Johansson ( Dio, Stratovarius) teclado.

Eu resolvi não comentar o Tracklist por uma razão óbvia. Se você não conhece Far Beyond the Sun, Black Star e Evil Eye até hoje, definitivamente esse post não é para você. 🙂

Uma última curiosidade; Rising Force é o primeiro trabalho em estúdio onde Malmsteen usou os captadores Dimarzio Hs-3 nas guitarras. Segundo a rapaziada que come guitarra por aí, tanto Steeler quanto o No parole from Rock n Roll -Alcatrazz, são com os Fs-1. Já o Metallic Live 84 e o Rising Force são os Hs-3.

Pra encerrar, o disco foi gravado em um 48 tracks e mixado em um computador Q-Lock!

Folclores a parte, e mesmo com a turma do ” não gosto” dizendo todo tipo de bobagem, Rising Force é um trabalho único.
Na música, envelhecer bem não é uma opção, e mais do que merecido, Rising Force sobrevive ao teste do tempo com o pé nas costas.
E parafraseando o Mestre Yoda;

“Que a força acendente esteja com você”!
L.M

Livro Com o Sangue Alheio em Ebook


Antes do fechamento das cortinas, mesmo com o ponteiro do relógio voando em direção ao fim do ano, penso que sempre há tempo para mais.

Pra isso, você precisa acreditar. Não enlouquecer com estatísticas desanimadoras, ou esquecer por um breve momento que somos uma das nações menos dadas à leitura. 😦

Na verdade não há nada de novo. Às vezes, nenhuma novidade, é uma boa novidade. Porém, como ouso em insistir, houve sim, um pequeno tempo para mais.

O livro Com o Sangue Alheio não é novidade. É apenas a versão digital dele. Mas ainda assim, uma vitória. Uma recarga na bateria.

O perfil multidisciplinar às vezes pode ser encarado da pior forma possível. Por isso, insistir, produzir e acreditar, não só é o que me resta, mas pode significar o diferencial em forma de chama. Combustível.

Com o Sangue Alheio conta com uma capa alternativa (também produzida por Marco Mancen que fez a capa da versão impressa) em sua versão digital.

E pra quem desconhece o conteúdo do livro, a conturbada jornada do escritor Michael Blake, o canal Irmãos Livreiros, do Daniel @Danyblu fez um review matador em vídeo, sobre o livro!!! Vale mesmo a pena conferir.

Pra fechar com chave de ouro, o Ebook, enquanto escrevo esse post, ocupa o quadragésimo quarto lugar nos mais vendidos da Amazon no gênero terror em seu primeiro dia.


Para quem deu aquela salivada afim de ler um bem avaliado Thriller psicológico, eu deixo o link aqui!

É como dizem, o livro a um click de você!!!!

Boa leitura!!
L.M

The Sails of Charon

  
Eu dei a tremenda sorte de ouvir a canção The Sails of Charon (Taken by force 1978) com a banda Scorpions com Uli Roth na guitarra, antes de ouvir a homenagem feita por Yngwie no seu já clássico Inspiration de 1995 (é, o tempo voa)! O que só me fez gostar ainda mais dessa faixa. Os dois espectros me agradam e muito. Cabe aqui dizer que nunca pensei em temos de comparação. E sim, visões diferentes, apesar do “Maestro” ter respeitado imensamente a estrutura da música.

Aqui eu acabei fazendo de bate pronto, e isso não é nenhum tipo de desculpa, não senhor. Sabe como é, isso é o que é!!! Mas a mim, soa mais importante o registro e sua profundidade do que detalhes. Sabe o que dizem, um livro publicado é sempre melhor do que um engavetado. 
Entre Alemães e Suecos, eu brindo ao conceito germânico escandinavo!!! \../

L.M

Hats off to Yngwie

  
Quase sempre na arte prevalece a afinidade. Instintivamente escolhemos aquilo com que nos identificamos. Minha relação com Yngwie Johan Malmsteen (Yngve) teve o primeiro contato em 1987, em uma fita K-7 com o álbum Trilogy. Mas em 1988, através do Rising Force e Odissey, a coisa ficou séria. Gastei uma enormidade de tempo em minha vida, tentando emular frases, vibratos e bends do Sueco, o que na minha criteriosa avaliação, acabou em uma aventura sem muito êxito. Mas foi através da disciplina rígida do “cara” que mudou o jogo no instrumento nos anos 1980, que conheci uma série de conceitos, teorias e o duro labor da repetição eterna. Se você também carrega a maldição de se expressar através de um instrumento na arte, sabe o quão próximos da tarefa de Sísifo, estamos. 

Yngwie, que além de ser um nome de um deus Viking, é um nome que soa datado para os dias de hoje na Suécia, algo como Reginaldo ou Adoniran por aqui, eu presumo. O nome, segundo a lenda, foi uma homenagem a um antigo namorado de Rigmor, mãe de Yngwie. 

Malmsteen (que é o sobrenome de solteira de sua mãe) adotou o home schooling já aquela época, se especializando em matérias relacionadas a arte e dedicando ao máximo a paixão pelo instrumento. 

No decorrer da trajetória muito foi dito, e Yngwie acabou colecionando dissabores e desafetos no cenário musical ao longo da carreira. Há duas biografias recentes disponíveis para quem deseja ter suas próprias conclusões. Uma feita por um jornalistas sueco: Anders Tengner intitulada As Above so Below com prefácio de Joey Lynn Turner. A outra, autorizada, foi escrita pelo próprio Malmsteen e traz o título de Relentless que resume bem o espírito do guitarrista, e segundo ele mesmo, é um ponto final sobre o que é verdade ou não, além de uma carta de amor à América.  
  
No momento, Yngwie excursiona com a tour do disco World of Fire. 
A projeção, assim como a importância do sueco para a esfera musical da guitarra, é inegável, mesmo que um ou outro, ainda que não se aprofundem na obra, fazem questão de criticá-lo. Aos menos avisados, Malmsteen já havia chegado ao topo nos idos dos anos 1980 com apenas 22 anos. 

Quer você queira ou não, hoje é um dia de festa nas seis cordas. Reverencio e parabenizo os 54 anos intensos e musicais de Yngwie Malmsteen. E ao som de Little Savage, saúdo o eterno ” Jovem Chefe Viking”. 

Hail to the King!!! 

JE SUIS L’ÉTAT

  

Estamos a dois dias do segundo turno da eleição na França. Pra muitos, algo sequer sabido. O que certamente, mostra o nosso descaso geopolítico internacional, e nos credencia definitivamente ao caos em que nos encontramos. 

A imprensa continua fazendo o seu papel de sempre. Marine Le Pen continua sendo exposta como uma candidata de extrema-direita, enquanto o socialista Emmanuel Macron (um Collor Francês) é inflado como salvador da pátria e centrista, mesmo tendo sido ministro do governo de Hollande e filiado ao partido socialista.

Penso que o caminho polarizado e acima de tudo mal informado em que nos encontramos, via imprensa radical esquerdopata e militontos saídos da puberdade, pode ainda se afunilar digamos, vertiginosamente. 

Le Pen não é a candidata dos sonhos. Mas poderia dar um empurrão com tom positivo em alguns aspectos, entre eles, a saída da União Européia (ou ao menos, a votação do processo), além da questão de imigração. Certamente uma escolha infinitamente superior ao rival de extrema-esquerda.

Durante a campanha, muito se falou sobre a derrocada do viés de esquerda na França. O que nada mais é, do que o reflexo do que acontece em todo o mundo. Dez anos de insensatez socialista na terra dos jacobinos, foi o suficiente para um estrago significativo. E dificilmente, Le Pen ou o almofadinha da elite chique, vão colocar a turma da Torre Eiffel nos trilhos novamente, no que diz respeito ao aspecto financeiro.

Após um inflamadíssimo debate durante a semana, a imprensa francesa, que é um pouco mais cética e crítica, do que os jornalecos americanos e brazucas, dão um crescimento para Macron de 61% contra 39% de Marine. Mas uma coisa é certa; toda a mídia ainda tem bem fresco na memória o papelão das pesquisas eleitorais americanas. 

No intuito de evitar um novo efeito Trump, os asseclas de Soros e companhia, intensificam a jornada da mortadela e os resmungos, dessa vez com sotaque fresco e biquinho, além de cartazes, algazarra e peitos de fora.

A prova foi o vídeo gravado nesta quinta pelo bonachão e picareta (o Queniano com crença muçulmana mais americano do pedaço) Barak Obama, reforçando que Macron é o melhor para os Franceses. Provavelmente, assim como Hillary era pros Estados Unidos.

Manifestantes- e aqui eu sugiro ao dicionário Oxford uma mudança para vândalos-, que provocaram tumulto e desordem no primeiro turno, devem repetir a dose. Apesar de terem Balzac, Vitor Hugo em seu acervo linguístico, apontam para um direcionamento simplista em sua organização e vocabulário. Além do pensamento, é claro.

Para o movimento “feminista”, que tem a chance de ver uma mulher de pulso à frente do posto mais alto da França (pra não dizer da Europa) , resta apenas a incoerência, e a devoção absoluta à agenda e ideologia pautada em ódio e sua eterna luta de classes. 

Pra resumir, um post não seria suficiente para expor a complexidade e o entendimento do pensamento de direita Francês. O que torna as análises superficiais dos nossos eternos canais de notícias um imenso e mal fadado processo de desinformação e tiro no pé. Retóricas demonizadas, erros grosseiros, falta de profundidade e entendimento de todo o cabedal histórico francês, mesmo com um “super especialista” da vez (sempre um desconhecido desinformado da Usp) mostram não só o despreparo, como a autofagia unilateral jornalística, institucionalizada como processo ideológico de uma agenda, que no melhor dos cenários, nos empurrará sem delongas ao abismo cultural e moral do ocidente. 

Alluhk Akbah …

Contrariando a tudo e a todos ( leia-se a burrice e o dinheiro de Soros); “Je suis Le pen”.

Luis Maldonalle

O Vale das Lágrimas 

  
Longe de mim querer cortar o seu barato dramático, mas o mundo, pelo menos da maneira como o conhecemos, não vai acabar.
 Há uma boa chance, que mesmo alheio a acontecimentos de vital importância no cenário geopolitico mundial, você seja a marionete na ponta de uma das cordas. Cá entre nós, novidade zero. Porém, Isso explicaria a sua total falta de ação e entendimento quase sempre quando eventos de proporções gigantescas veem à tona. 
Primeiro, vem o politicamente correto como mais uma “invenção da roda”, colocando qualquer coisa que se posicione ao contrário como obstáculo. E isso não aconteceria em hipótese alguma, sem a sua ajuda. E ajuda aqui, entenda como o simples fato de não fazer nada. E nisso você é realmente muito bom, né?
Segundo, que a conversa toda resume-se em uma guerra cultural. E lá atrás, refutado de forma brilhante e até incansavelmente, o idiota mor de toda a operação, que aqui deveria ser tachado de uma simples criança chorona, o alemão barbudo sustentado pela mulher, viu seu secto de canalhas mudarem os rumos do discurso. E assim, a economia, seus planos e toda a ladainha sem fim de Karl “equivocado” Marx contra o capitalismo, deu lugar a uma guerra cultural. 
Pense bem, um bando de jovens se achando no direito de mudar o mundo, ou se é que isso é possível, transformá-lo em um lugar melhor (apesar do sangue e violência). Isso, mesmo depois de covardes escondidos embaixo de teses e resmungos filosóficos terem falhado miseravelmente.
 O mundo, meu caro, independente do seu desejo “hormonal” de revolução (espinha/gênero) e sangue, vem mudando por si só. Mas com certeza, embuído em manifestações sem sentido, no seu puro afã de ser notado, dificilmente você saberia a diferença entre classicismo e expressionismo. Ah, sejamos francos, talvez você não saiba a diferença entre Agepê e Slayer. Assim como eu aposto, você dependeria do deus Google pra saber onde diabos fica a Síria. 
Da marcha das vadias até o direito de ser um maconhêro profissional com tutela do Estado, isso sem mencionar o “xixizinho” astral com seu miguxo traveco num banheiro Trans, o jovem, idiotizado como minoria em um embuste ideológico, vem fazendo o papel perfeito de ingênuo decerebrado peão da primeira fila. E, se vai continuar sendo usado dessa forma, que tal ao menos com uma boa canção? Eu sugiro, “Only the good die young”, o velho Iron (pra comemorar o Brexit) no talo. 
Antes de dar uma de analista político nas redes, apontando os pormenores no ataque à Síria (google neles) sobretudo se você rumina as informações unilaterais via Globo News, Estadão, Veja, Jornal Nacional e coisas do tipo, não seria má ideia se informar corretamente. Afinal, até ontem você não sabia que o Che Guevara e companhia eram escrotos assassinos, além de homofóbicos. 

O vermelho que outrora incendiou paixões, e foi tema de operetas, textos e poemas passionais no século XIX, e acabou borrado em estandartes criminosos brandindo ódio e violência, hoje estampa a burrice juvenil. 
Pra você que tem um pouco mais de culhão (o que nesse caso não diz muita coisa), ou acaba de ser “ungido” com o primeiro pentelho debaixo do braço, convém sugerir que a Venezuela não é assim tão longe. E lá, provavelmente seus brados e vômitos impacientes, do alto de sua juvenília bocó, fariam mais efeito. Sabe o que dizem; grandes conquistas, grandes riscos. 
Aliás, parabéns pelo pentelho! Vai ficar ótimo com seu “hijab” fashion.
A minha dica pra você e aos líderes frouxos de uma Europa efeminada e sem pulso, é, não retesar o pescoço. Isso pode dificultar que sua cabeça seja decepada em um único golpe pela espada do Islã. 

Luis Maldonalle

Mérito infame – entre foices e gritos 

  
Eis aqui o que tenho pensado. 

Do homem das cavernas, deuses antigos e runas esquecidas até o whatsapp, muito foi empurrado garganta adentro pra acreditarmos que houve evolução. Ou algo próximo de um significativo processo evolutivo. Em suma, que o mundo se tornou um lugar melhor. 

Bom, se por um lado o tacape e o alimento se transformou numa ida ao mercado sem ser destroçado por uma criatura pré-histórica, há seu fundo de razão. 
Os mais empolgados, inclusive estudiosos (não que isso queira dizer muita coisa) acreditam que o Iluminismo por exemplo, foi a grande vela da sabedoria em um mundo de escuridão intelectual. Aqui, vale lembrar que o grande momento da humanidade começou com o aumento no preço do pão. E não muito tempo depois, o nosso grande avanço intelectual (claro, sempre travestido de boas intenções chamadas de revolução) tinha uma série de cabeças decepadas espetadas em lanças. Inclusive do próprio Robespierre, responsável pela algazarra. 

A linguagem também sofreu uma ruptura ao longo do tempo. Dostoievisky e Hemingway deram lugar aos parágrafos amontoados de rasuras e lágrimas pueris para gordinhas adolescentes e desmiolados de plantão. 

O reflexo disso? Que tal 80 % dos jovens do ensino médio como macacos em cima de galhos à espera do que fazer? 

Sugestão; catar piolho no macaco ao lado. 

Narrativas estúpidas e mobrais sendo amontoadas em um espiral de demência e idiotização sem fim. Quase sempre aplaudidas de pé pela professora de bigode. 

Mas não se preocupe, um sorriso no instagram, uma foto que desconstrua toda a sua ignorância lhe elevando ao patamar de ” feliz”, pode muito bem dar conta disso. 
No campo do que alguns chamam de música (o eterno consolo da alma sugerido por Niechtze), o ritmo e o engasgamento mental é semelhante. 

Uma breve ” googlada ” e você percebe que mesmo em lugares como Serra Leoa, Haiti, Somália, Iêmen, Costa do Marfim, não temos movimentos tão decerebrados onde idiotas sem o mínimo de postura (talento nem vem ao caso) são tratados como celebridades. Aqui , eu poderia fazer uma lista monstruosas com boa parte desses dejetos. Mas o tempo urge. 

Sendo assim, não se preocupe. Boa parte das pessoas que consomem essa lavagem no nosso “chiqueiro cultural”, estão longe, e talvez passem a vida toda sem -ter a chance-, sequer de conhecer expoentes de alguns estilos por aí. Assim como jamais, repito; jamais conhecerão o fulgor e a mágica dos livros. Um bom exemplo disso, é que pra quem regurgita a sofrível e enfadonha alegoria do futebol, alimentando não só a esparrela de vegetais bons de drible, mas como a rivalidade, é melhor pensar (ihhhhh fudeu) melhor. Os nossos hermanos estão à frente, não só são mais politizados, como só em Buenos Aires, há mais livrarias do que em todo Brasil. Bom, o jeito é mais uma foto no instagram. 
#começandoostrabalhos (essa é campeã).

A ruptura continua em todo tipo de esfera. Por aqui, o termo “filósofo”, se transformou em algo próximo ao estrelato. Sobretudo com gordas tetas acadêmicas borrifando leite na cara dos canalhas. A Usp (que em cinquenta anos não produz absolutamente nada que preste) que o diga. Um terno, postura covarde e frases de efeitos e voilá, você é um filósofo. Um calhorda vagabundo com trejeitos caricatos e tom de pilantrice. Muito disso fomentado pela carência e estupidez adolescente devidamente doutrinada por uma asquerosa agenda de esquerda, sob a tutela de retardados se dizendo moralmente superiores. 

Nas redes sociais, conseguimos dar vozes e textões, boa parte redigida apenas por miolos abandonados, e de desesperada cognição. Viva os 80% de burros em caras escolas, um bando de infelizes ressentidos, “especialistas do nada”. Leitores de manchetes. Papagaios oportunistas ganhando likes e views por asneiras e mediocridades sem fim. O estúpido orgulho de ser burro!
Na violência temos o único fundo de verdade apocalíptica do qual viemos. 

Eis aqui, caro leitores inexistentes, o grande ponto de verdade absoluta irresoluto. O homem no epicentro dessa merda abissal ao qual se referia (de forma mais elegante, é claro), Kant. 
Primeiro matamos pela comida. Depois por um pedaço de terra, no final, mesmo que justificassem via ideologia e poder, é meramente por prazer. Acreditem. 
#perdeuplayboy

Causa, era o termo do qual todo jovem via a esperança brilhando na ponta do anzol. E pouco mudou desde o surgimento do fascismo, propositadamente ignorado como um movimento de esquerda, ou o Nazismo como filhote do comunismo, ou até a violência de rua glorificada nos anos 1960 pela “nova esquerda“. 

A agitação em forma de barbárie imposta por falastrões e frustrados como Tom Hayden, Saul Alinsky, Mark Rudd, Norman Mailler, F.T.Marinetti, Ted Geld, Abbie Hoffman e Jerry Rubin, são vistas hoje em grande escala. De certa forma, sistematizadas e até amparadas pela lei. Assassinatos de policiais, depredações públicas e faculdades, um processo rígido de intimidação com reitores, professores (quando não são de esquerda), alunos, tudo devidamente mancomunado com a mídia, cada vez mais declarada e subserviente aos planos da agenda, estão longe de ser uma novidade. E, por muito, foi o mote no famigerado auge dos anos 1960, onde paz e amor significava nas entrelinhas “derramamento de sangue e choque”.

Ademais, a sociedade sucumbe miseravelmente, e o pior, sem noção disso, da convalescência da “pseudo ciência social”. Termos e discursos são enraizados no cerne do julgo popular, fazendo com que tudo aquilo que vá contra a retórica plantada soe reacionário, fascista ou qualquer outro tipo de xingamento , na repetitiva falta de argumento. 

Do alto da nossa empáfia e medo destoamos dos animais sim, mas não por pensar. É quase o inverso disso. Clichês, migalhas e frustrações dão o tom sombrio onde quer que os olhos vão. 

De nada adiantou o empirismo de Francis Bacon e sua revisitação por Dewey. O idealismo alemão, o romantismo. Ou a ladainha repugnante de Russeau e Maquiavel, este último, diga-se de passagem, um perdedor nato. Desde sempre, falhamos miseravelmente em ser decentes. 

Sem armas e à mercê de uma jurisdição protetora de infratores sem escrúpulos, somos cervos na floresta diante às afiadas presas do felino. 

No mais, me resta questionar; de que lado você está? E não me refiro ao espectro político que quase nada diz. 

Quando o meliante armado invadir a sua casa, e você gentilmente lhe oferecer sua vida, eu pergunto; de que lado você está? 

Quando a religião da paz apedrejar uma mulher adúltera (é direito segundo a Sharia) cercada de curiosos sem nada fazer, eu pergunto; de que lado você vai estar? 

Quando a sua filha de três anos entrar no sugestivo banheiro “Trans” com um pedófilo de 56 anos com sorriso enviesado, e ainda assim, achar normal, de que lado você vai estar, porra?! 

Diferente do mito de Platão, ainda estamos na caverna. Com mais luxo, é verdade. Nossas fuças iluminadas pela tela de retina sempre à mercê do “cyber momento”. 

Resta sonhar em não terminarmos com as cabeças espetadas em lanças, no clássico desejo de morrer pela espada. 

Luis Maldonalle

Idiota útil – a sina carmesim e a burrice escarlate 

  

Mesmo sabendo o quanto isso pode ser difícil, imagine, mesmo que por um só segundo, que você realmente é tão especial quanto você acha. Ou, ao menos o quanto gostaria, tanto faz. No final, infelizmente, muita coisa vai se resumir em idéias e pessoas. Na verdade, mais em pessoas do que ideias. 
O difícil aqui em questão, não é imaginar, já que você vive dessa forma há um tempo, o difícil é não se achar especial. 
Acredite ou não, o rock já teve um papel transformador, quando os tablets e telas de retina ainda não espocavam vidas adentro desde o berço.
Da velha camiseta preta com estampas clássicas e cheiro de naftalina, vinil (a velha bolachona) em mãos, e toda vontade – nunca suficiente-, de mudar o mundo, até os modelitos semi efeminados de hoje onde o azul e rosa são meras opressões oligárquicas em um mundo ditado pelo “no sense” capilar, o rock de hoje perdeu seu espaço pra prosa estupidificada no formato crackêro em poderosas performances “epilépticas” do rap. 
É nois irmão, responsa na quebrada, salve os mano, tá ligado ???
Pois é. Sinto muito. E caso você se incomode (particularmente eu acho que vai), alguma secretaria especial recém-criada e nada a ver, mas com uma verbinha bem polpuda, vai tentar empurrar goela abaixo algo sobre multiculturalismo, liberdade de gênero e coisas do tipo. O tal do politicamente correto de merda, que é bem-vindo (quase como um botão do pânico) pra situações onde não exista argumento ou bom senso. 
Sinto muito em ser o responsável por furar sua bolha. Abrir a porta da realidade na sua fuça (cá entre nós, tá mais do que passando da hora, né?).Mundo escancarado, é hora da dor.
Mas essa é sua chance, cara! Mostre quem você é. Leia uma manchete e vomite meia dúzia de frases desconexas em seu vil e mal fadado processo cognitivo. Você agora tem uma missão. Foi prendado com anos de doutrinação em um amplo e poderoso sistema de burrice. Procure lá no fundo da mente. Onde seu amendoim solitário trava uma batalha campal com sua cabeça murcha. 
Aos poucos você consegue unir algumas letras. Eu sei… Sua cabeça está te matando. Muito antes do iluminismo isso foi compreendido como ” pensamento”. Está distante de você. E talvez nunca o compreenda. Mas não se preocupe. Eles lhe disseram que o individualismo não importa. A mensagem de ódio funciona melhor em bando. Sim, bando. Como animais. Vamos!!!! Não desista agora! É sua escolha, você nasceu pra ser burro. Não deixe que ninguém lhe diga o contrário. 
O cetro da ignorância, sua coroa de “idiota útil ” pesando sobre a sua cabeça vermelha e vazia. 
De longe você avista um grupo. Você se identifica com eles. Seu coração dispara. O orgulho escarlate pulsando forte. Eles se aproximam de alguém que discorda deles e o agridem. Incessantemente. A coisa fica feia. Você não se sente tão bem com isso. Mas alguém grita que não há “revolução sem sangue”. Você sente que há algo errado. Mas as palavras se agrupam de forma estranha em sua cabeça murcha. O grupo agora faz um círculo em volta da vítima. Posso chamar assim…vítima? E um mais exaltado, o que acerta a costela repetidamente em chutes violentos, grita ; FASCISTA, FASCISTA!!!!
Uma mulher ao lado dele (redonda como um balão) com expressão petrificada de ódio e um sorriso doentio, além do suvaco cabeludo é claro, tem os dizeres: direitos humanos sempre, estampados na camiseta que cobre a silhueta rechonchuda. 
Passado a tormenta eles o abandonam no chão. O rosto coberto selvagemente empapado de sangue. Unidos, seguem adiante. 

Por um momento seus olhos ainda arregalados seguem os gafanhotos cobertos de sangue. Sedentos, cruéis, covardes. A praga…
Aquilo era a vida real. Seu corpo treme. O medo o abraça em sua totalidade. Com passos lentos você caminha em direção ao corpo deixado pra trás. Bem-vindo à culpa, sua consciência lhe diz. 
Logo abaixo de você jaz o corpo sem vida do rapaz. Não devia ter mais que vinte e poucos anos. Você afasta os olhos do que antes fora o seu rosto. Estraçalhado. Era difícil entender o que era queixo, boca ou nariz. Seus olhos vão ao encontro da turba de gafanhotos um pouco à frente. Palavras de ordem (ignorância e caos na verdade) ecoam. O exaltado que chutara as costelas do ” morto” erguia um cartaz; “viva o movimento LGBT“. Rapidamente você encara o morto uma vez mais. Pra seu espanto, sua camisa dizia; Gay de direita, e dai?!!!!
Vida que segue, morto que fica, caos que se instala, imbecilidade que domina…
Não é preciso evocar Kant e teorizar tudo que existe. Mas talvez pra revoluções, a coleira em seu frágil pescoço, apertando sempre que você ameaça deixar de ser idiota e útil, diz que não há mais o que fazer.
Eu sinto muito, de verdade. Em suma; você não é especial. Muito menos a merda de uma ideologia.
Lembre-se: sempre haverá uma voz sem razão a gritar – não há revolução sem sangue!
(a) Foi-se o martelo!!!
As classes e as raças fracas demais para conduzir as novas condições de vida devem deixar de existir. Elas devem perecer no holocausto revolucionário”.

                    Karl ” equivocado” Marx

L.M