O Vale das Lágrimas 

  
Longe de mim querer cortar o seu barato dramático, mas o mundo, pelo menos da maneira como o conhecemos, não vai acabar.
 Há uma boa chance, que mesmo alheio a acontecimentos de vital importância no cenário geopolitico mundial, você seja a marionete na ponta de uma das cordas. Cá entre nós, novidade zero. Porém, Isso explicaria a sua total falta de ação e entendimento quase sempre quando eventos de proporções gigantescas veem à tona. 
Primeiro, vem o politicamente correto como mais uma “invenção da roda”, colocando qualquer coisa que se posicione ao contrário como obstáculo. E isso não aconteceria em hipótese alguma, sem a sua ajuda. E ajuda aqui, entenda como o simples fato de não fazer nada. E nisso você é realmente muito bom, né?
Segundo, que a conversa toda resume-se em uma guerra cultural. E lá atrás, refutado de forma brilhante e até incansavelmente, o idiota mor de toda a operação, que aqui deveria ser tachado de uma simples criança chorona, o alemão barbudo sustentado pela mulher, viu seu secto de canalhas mudarem os rumos do discurso. E assim, a economia, seus planos e toda a ladainha sem fim de Karl “equivocado” Marx contra o capitalismo, deu lugar a uma guerra cultural. 
Pense bem, um bando de jovens se achando no direito de mudar o mundo, ou se é que isso é possível, transformá-lo em um lugar melhor (apesar do sangue e violência). Isso, mesmo depois de covardes escondidos embaixo de teses e resmungos filosóficos terem falhado miseravelmente.
 O mundo, meu caro, independente do seu desejo “hormonal” de revolução (espinha/gênero) e sangue, vem mudando por si só. Mas com certeza, embuído em manifestações sem sentido, no seu puro afã de ser notado, dificilmente você saberia a diferença entre classicismo e expressionismo. Ah, sejamos francos, talvez você não saiba a diferença entre Agepê e Slayer. Assim como eu aposto, você dependeria do deus Google pra saber onde diabos fica a Síria. 
Da marcha das vadias até o direito de ser um maconhêro profissional com tutela do Estado, isso sem mencionar o “xixizinho” astral com seu miguxo traveco num banheiro Trans, o jovem, idiotizado como minoria em um embuste ideológico, vem fazendo o papel perfeito de ingênuo decerebrado peão da primeira fila. E, se vai continuar sendo usado dessa forma, que tal ao menos com uma boa canção? Eu sugiro, “Only the good die young”, o velho Iron (pra comemorar o Brexit) no talo. 
Antes de dar uma de analista político nas redes, apontando os pormenores no ataque à Síria (google neles) sobretudo se você rumina as informações unilaterais via Globo News, Estadão, Veja, Jornal Nacional e coisas do tipo, não seria má ideia se informar corretamente. Afinal, até ontem você não sabia que o Che Guevara e companhia eram escrotos assassinos, além de homofóbicos. 

O vermelho que outrora incendiou paixões, e foi tema de operetas, textos e poemas passionais no século XIX, e acabou borrado em estandartes criminosos brandindo ódio e violência, hoje estampa a burrice juvenil. 
Pra você que tem um pouco mais de culhão (o que nesse caso não diz muita coisa), ou acaba de ser “ungido” com o primeiro pentelho debaixo do braço, convém sugerir que a Venezuela não é assim tão longe. E lá, provavelmente seus brados e vômitos impacientes, do alto de sua juvenília bocó, fariam mais efeito. Sabe o que dizem; grandes conquistas, grandes riscos. 
Aliás, parabéns pelo pentelho! Vai ficar ótimo com seu “hijab” fashion.
A minha dica pra você e aos líderes frouxos de uma Europa efeminada e sem pulso, é, não retesar o pescoço. Isso pode dificultar que sua cabeça seja decepada em um único golpe pela espada do Islã. 

Luis Maldonalle

Mérito infame – entre foices e gritos 

  
Eis aqui o que tenho pensado. 

Do homem das cavernas, deuses antigos e runas esquecidas até o whatsapp, muito foi empurrado garganta adentro pra acreditarmos que houve evolução. Ou algo próximo de um significativo processo evolutivo. Em suma, que o mundo se tornou um lugar melhor. 

Bom, se por um lado o tacape e o alimento se transformou numa ida ao mercado sem ser destroçado por uma criatura pré-histórica, há seu fundo de razão. 
Os mais empolgados, inclusive estudiosos (não que isso queira dizer muita coisa) acreditam que o Iluminismo por exemplo, foi a grande vela da sabedoria em um mundo de escuridão intelectual. Aqui, vale lembrar que o grande momento da humanidade começou com o aumento no preço do pão. E não muito tempo depois, o nosso grande avanço intelectual (claro, sempre travestido de boas intenções chamadas de revolução) tinha uma série de cabeças decepadas espetadas em lanças. Inclusive do próprio Robespierre, responsável pela algazarra. 

A linguagem também sofreu uma ruptura ao longo do tempo. Dostoievisky e Hemingway deram lugar aos parágrafos amontoados de rasuras e lágrimas pueris para gordinhas adolescentes e desmiolados de plantão. 

O reflexo disso? Que tal 80 % dos jovens do ensino médio como macacos em cima de galhos à espera do que fazer? 

Sugestão; catar piolho no macaco ao lado. 

Narrativas estúpidas e mobrais sendo amontoadas em um espiral de demência e idiotização sem fim. Quase sempre aplaudidas de pé pela professora de bigode. 

Mas não se preocupe, um sorriso no instagram, uma foto que desconstrua toda a sua ignorância lhe elevando ao patamar de ” feliz”, pode muito bem dar conta disso. 
No campo do que alguns chamam de música (o eterno consolo da alma sugerido por Niechtze), o ritmo e o engasgamento mental é semelhante. 

Uma breve ” googlada ” e você percebe que mesmo em lugares como Serra Leoa, Haiti, Somália, Iêmen, Costa do Marfim, não temos movimentos tão decerebrados onde idiotas sem o mínimo de postura (talento nem vem ao caso) são tratados como celebridades. Aqui , eu poderia fazer uma lista monstruosas com boa parte desses dejetos. Mas o tempo urge. 

Sendo assim, não se preocupe. Boa parte das pessoas que consomem essa lavagem no nosso “chiqueiro cultural”, estão longe, e talvez passem a vida toda sem -ter a chance-, sequer de conhecer expoentes de alguns estilos por aí. Assim como jamais, repito; jamais conhecerão o fulgor e a mágica dos livros. Um bom exemplo disso, é que pra quem regurgita a sofrível e enfadonha alegoria do futebol, alimentando não só a esparrela de vegetais bons de drible, mas como a rivalidade, é melhor pensar (ihhhhh fudeu) melhor. Os nossos hermanos estão à frente, não só são mais politizados, como só em Buenos Aires, há mais livrarias do que em todo Brasil. Bom, o jeito é mais uma foto no instagram. 
#começandoostrabalhos (essa é campeã).

A ruptura continua em todo tipo de esfera. Por aqui, o termo “filósofo”, se transformou em algo próximo ao estrelato. Sobretudo com gordas tetas acadêmicas borrifando leite na cara dos canalhas. A Usp (que em cinquenta anos não produz absolutamente nada que preste) que o diga. Um terno, postura covarde e frases de efeitos e voilá, você é um filósofo. Um calhorda vagabundo com trejeitos caricatos e tom de pilantrice. Muito disso fomentado pela carência e estupidez adolescente devidamente doutrinada por uma asquerosa agenda de esquerda, sob a tutela de retardados se dizendo moralmente superiores. 

Nas redes sociais, conseguimos dar vozes e textões, boa parte redigida apenas por miolos abandonados, e de desesperada cognição. Viva os 80% de burros em caras escolas, um bando de infelizes ressentidos, “especialistas do nada”. Leitores de manchetes. Papagaios oportunistas ganhando likes e views por asneiras e mediocridades sem fim. O estúpido orgulho de ser burro!
Na violência temos o único fundo de verdade apocalíptica do qual viemos. 

Eis aqui, caro leitores inexistentes, o grande ponto de verdade absoluta irresoluto. O homem no epicentro dessa merda abissal ao qual se referia (de forma mais elegante, é claro), Kant. 
Primeiro matamos pela comida. Depois por um pedaço de terra, no final, mesmo que justificassem via ideologia e poder, é meramente por prazer. Acreditem. 
#perdeuplayboy

Causa, era o termo do qual todo jovem via a esperança brilhando na ponta do anzol. E pouco mudou desde o surgimento do fascismo, propositadamente ignorado como um movimento de esquerda, ou o Nazismo como filhote do comunismo, ou até a violência de rua glorificada nos anos 1960 pela “nova esquerda“. 

A agitação em forma de barbárie imposta por falastrões e frustrados como Tom Hayden, Saul Alinsky, Mark Rudd, Norman Mailler, F.T.Marinetti, Ted Geld, Abbie Hoffman e Jerry Rubin, são vistas hoje em grande escala. De certa forma, sistematizadas e até amparadas pela lei. Assassinatos de policiais, depredações públicas e faculdades, um processo rígido de intimidação com reitores, professores (quando não são de esquerda), alunos, tudo devidamente mancomunado com a mídia, cada vez mais declarada e subserviente aos planos da agenda, estão longe de ser uma novidade. E, por muito, foi o mote no famigerado auge dos anos 1960, onde paz e amor significava nas entrelinhas “derramamento de sangue e choque”.

Ademais, a sociedade sucumbe miseravelmente, e o pior, sem noção disso, da convalescência da “pseudo ciência social”. Termos e discursos são enraizados no cerne do julgo popular, fazendo com que tudo aquilo que vá contra a retórica plantada soe reacionário, fascista ou qualquer outro tipo de xingamento , na repetitiva falta de argumento. 

Do alto da nossa empáfia e medo destoamos dos animais sim, mas não por pensar. É quase o inverso disso. Clichês, migalhas e frustrações dão o tom sombrio onde quer que os olhos vão. 

De nada adiantou o empirismo de Francis Bacon e sua revisitação por Dewey. O idealismo alemão, o romantismo. Ou a ladainha repugnante de Russeau e Maquiavel, este último, diga-se de passagem, um perdedor nato. Desde sempre, falhamos miseravelmente em ser decentes. 

Sem armas e à mercê de uma jurisdição protetora de infratores sem escrúpulos, somos cervos na floresta diante às afiadas presas do felino. 

No mais, me resta questionar; de que lado você está? E não me refiro ao espectro político que quase nada diz. 

Quando o meliante armado invadir a sua casa, e você gentilmente lhe oferecer sua vida, eu pergunto; de que lado você está? 

Quando a religião da paz apedrejar uma mulher adúltera (é direito segundo a Sharia) cercada de curiosos sem nada fazer, eu pergunto; de que lado você vai estar? 

Quando a sua filha de três anos entrar no sugestivo banheiro “Trans” com um pedófilo de 56 anos com sorriso enviesado, e ainda assim, achar normal, de que lado você vai estar, porra?! 

Diferente do mito de Platão, ainda estamos na caverna. Com mais luxo, é verdade. Nossas fuças iluminadas pela tela de retina sempre à mercê do “cyber momento”. 

Resta sonhar em não terminarmos com as cabeças espetadas em lanças, no clássico desejo de morrer pela espada. 

Luis Maldonalle

Idiota útil – a sina carmesim e a burrice escarlate 

  

Mesmo sabendo o quanto isso pode ser difícil, imagine, mesmo que por um só segundo, que você realmente é tão especial quanto você acha. Ou, ao menos o quanto gostaria, tanto faz. No final, infelizmente, muita coisa vai se resumir em idéias e pessoas. Na verdade, mais em pessoas do que ideias. 
O difícil aqui em questão, não é imaginar, já que você vive dessa forma há um tempo, o difícil é não se achar especial. 
Acredite ou não, o rock já teve um papel transformador, quando os tablets e telas de retina ainda não espocavam vidas adentro desde o berço.
Da velha camiseta preta com estampas clássicas e cheiro de naftalina, vinil (a velha bolachona) em mãos, e toda vontade – nunca suficiente-, de mudar o mundo, até os modelitos semi efeminados de hoje onde o azul e rosa são meras opressões oligárquicas em um mundo ditado pelo “no sense” capilar, o rock de hoje perdeu seu espaço pra prosa estupidificada no formato crackêro em poderosas performances “epilépticas” do rap. 
É nois irmão, responsa na quebrada, salve os mano, tá ligado ???
Pois é. Sinto muito. E caso você se incomode (particularmente eu acho que vai), alguma secretaria especial recém-criada e nada a ver, mas com uma verbinha bem polpuda, vai tentar empurrar goela abaixo algo sobre multiculturalismo, liberdade de gênero e coisas do tipo. O tal do politicamente correto de merda, que é bem-vindo (quase como um botão do pânico) pra situações onde não exista argumento ou bom senso. 
Sinto muito em ser o responsável por furar sua bolha. Abrir a porta da realidade na sua fuça (cá entre nós, tá mais do que passando da hora, né?).Mundo escancarado, é hora da dor.
Mas essa é sua chance, cara! Mostre quem você é. Leia uma manchete e vomite meia dúzia de frases desconexas em seu vil e mal fadado processo cognitivo. Você agora tem uma missão. Foi prendado com anos de doutrinação em um amplo e poderoso sistema de burrice. Procure lá no fundo da mente. Onde seu amendoim solitário trava uma batalha campal com sua cabeça murcha. 
Aos poucos você consegue unir algumas letras. Eu sei… Sua cabeça está te matando. Muito antes do iluminismo isso foi compreendido como ” pensamento”. Está distante de você. E talvez nunca o compreenda. Mas não se preocupe. Eles lhe disseram que o individualismo não importa. A mensagem de ódio funciona melhor em bando. Sim, bando. Como animais. Vamos!!!! Não desista agora! É sua escolha, você nasceu pra ser burro. Não deixe que ninguém lhe diga o contrário. 
O cetro da ignorância, sua coroa de “idiota útil ” pesando sobre a sua cabeça vermelha e vazia. 
De longe você avista um grupo. Você se identifica com eles. Seu coração dispara. O orgulho escarlate pulsando forte. Eles se aproximam de alguém que discorda deles e o agridem. Incessantemente. A coisa fica feia. Você não se sente tão bem com isso. Mas alguém grita que não há “revolução sem sangue”. Você sente que há algo errado. Mas as palavras se agrupam de forma estranha em sua cabeça murcha. O grupo agora faz um círculo em volta da vítima. Posso chamar assim…vítima? E um mais exaltado, o que acerta a costela repetidamente em chutes violentos, grita ; FASCISTA, FASCISTA!!!!
Uma mulher ao lado dele (redonda como um balão) com expressão petrificada de ódio e um sorriso doentio, além do suvaco cabeludo é claro, tem os dizeres: direitos humanos sempre, estampados na camiseta que cobre a silhueta rechonchuda. 
Passado a tormenta eles o abandonam no chão. O rosto coberto selvagemente empapado de sangue. Unidos, seguem adiante. 

Por um momento seus olhos ainda arregalados seguem os gafanhotos cobertos de sangue. Sedentos, cruéis, covardes. A praga…
Aquilo era a vida real. Seu corpo treme. O medo o abraça em sua totalidade. Com passos lentos você caminha em direção ao corpo deixado pra trás. Bem-vindo à culpa, sua consciência lhe diz. 
Logo abaixo de você jaz o corpo sem vida do rapaz. Não devia ter mais que vinte e poucos anos. Você afasta os olhos do que antes fora o seu rosto. Estraçalhado. Era difícil entender o que era queixo, boca ou nariz. Seus olhos vão ao encontro da turba de gafanhotos um pouco à frente. Palavras de ordem (ignorância e caos na verdade) ecoam. O exaltado que chutara as costelas do ” morto” erguia um cartaz; “viva o movimento LGBT“. Rapidamente você encara o morto uma vez mais. Pra seu espanto, sua camisa dizia; Gay de direita, e dai?!!!!
Vida que segue, morto que fica, caos que se instala, imbecilidade que domina…
Não é preciso evocar Kant e teorizar tudo que existe. Mas talvez pra revoluções, a coleira em seu frágil pescoço, apertando sempre que você ameaça deixar de ser idiota e útil, diz que não há mais o que fazer.
Eu sinto muito, de verdade. Em suma; você não é especial. Muito menos a merda de uma ideologia.
Lembre-se: sempre haverá uma voz sem razão a gritar – não há revolução sem sangue!
(a) Foi-se o martelo!!!
As classes e as raças fracas demais para conduzir as novas condições de vida devem deixar de existir. Elas devem perecer no holocausto revolucionário”.

                    Karl ” equivocado” Marx

L.M

O ADEUS DE OBAMA BIN LADEN

  
Depois de oito anos espalhando toda sorte de mentiras e promessas quebradas, chega ao fim o espólio legalizado do maior embuste gerado pelo Estado Islâmico até agora. O digníssimo presidente dos “Isis Unidos” Barak H. Obama.

Não acredita? Eu já temia a resposta. Mas a culpa não é sua, acredite. Você, assim como milhões pelo mundo afora, morderam a isca e afundaram após a fisgada, e o pior de tudo, nem se deram ao luxo de serem avisados do que estava acontecendo.

Segundo Professor Griffin, o fascismo e o imperialismo precisavam de uma máscara, e em tempos de minoria e justiceiros sociais, uma máscara negra viria bem a calhar.

Barak Obama Bin Laden que omitiu seus documentos (currículo escolar, identidade, ficha médica, social security entre outros) passou os primeiros dezessete anos fora do continente americano, e foi criado, treinado na verdade, durante vinte anos, duas décadas, em ONGs pertencentes ao seu guru, um dos maiores picaretas americanos, e um agitador comunista de primeira, Saul Alinsky, que por sua vez, foi mentor de Hillary Clinton. E aí, tá acompanhando, ou a informação não é bem o que você gostaria de ouvir?

Segundo órgãos reguladores, infográficos com posições políticas de candidatos, enquanto senador pelo estado de Illinois, Obama estava 100% à esquerda, o que significa extrema esquerda. Mas durante a campanha para a primeira eleição, o misterioso homem bom camarada, diluiu o discurso, certamente a mando de figurões, seriam os sauditas? Nessa mesma campanha, o hoje cabeça aberta e presidente gente fina foi contra o casamento gay. O que não faz uma eleição, hein?

Vale lembrar que Obama apoiou o casamento gay em seu segundo mandato. Ahhh os conflitos… A coisa fica ainda mais estranha por ele ser figura conhecida em Chicago, com uma postura assumidamente homossexual (não que isso seja problema) em saunas gays. Mas transparência seria essencial.

Eu entendo que leve um tempo pra digerir essas informações, afinal, todo veículo daqui, sabe o que o cabo eleitoral do Islã significava para o tal do “bem maior”. Assim como todo sistema editorial impresso, digital e de informação, sempre soube. Se não acredita em mim, melhor dar ouvidos ao ilustríssimo Thomas Sowell (provavelmente um desconhecido para o seu professor de esquerda) um dos maiores economistas do mundo que cravou que Obama é sem dúvida alguma, pior que Nixon, Carter e James Buchanan.

Se a maioria acha um absurdo Trump ter chegado à presidência, imagina alguém que praticamente não existia antes disso?

Outra pergunta interessante seria como o presidente da fanfarra fez pra entrar no Paquistão em uma época que americanos eram proibidos? A resposta, é um passaporte falso. Mas e daí se um déspota criado por islâmicos (Obama teve seus estudos em Harvard custeados por Khalid AL -Mansour. – a própria campanha foi bancada por sauditas) governa a terra da oportunidade?

Já pelo lado do Quênia terra dos “possíveis” pais do almofadinha e garoto de recado dos Bilderberg, Obama omitiu que o líder e assassino Raila Odinga era seu primo. Tampouco, liberou os documentos mostrando as ações em solo africano.

Hummmm, deu ruim, hein?

Voltando ao guru Saul Alinsky, que escreveu a cartilha de ódio, Regras para Radicais, e que foi braço direito de Frank Nitti, que era o homem encarregado de executar as ordens e os trâmites marginais de Al Capone, e que o próprio Saul admite que ali aprendeu todo tipo de falcatrua, desenvolvendo seu método a partir disso, foi o responsável pela educação vermelha do futuro presidente. Outro detalhe encorajador, é que a tese de Hillary Clinton, foi um calhamaço de noventa páginas sobre Saul. Aliás, uma das primeiras ações quando primeira dama, foi abastecer as ONGs do seu tutor com milhões.

Mesmo com um passado nebuloso, Não da pra negar a afinidade monstruosa de Obama com o Isis, o qual ele insiste afirmar que é a religião da paz. Alias, com um belíssimo sotaque mulçumano.

Ok, talvez o problema por lá sejam os caminhões 🙂

O grande Richard Pipes depois de pesquisas fundamentadas afirma que é impossível que Obama não seja Muçulmano. Até em uma escola católica na indonésia (SD Katolic Santo Fransiskus Asisi), ele se matriculou como muçulmano. O que o transformaria em um apóstata, já que ele se converteu ao cristianismo via Jeremiah Wright (outro pilantra). E pela lei de Sharia todo apóstata deve ser executado. Porém, o Estado Islâmico abriu uma exceção para o seu filho pródigo, ou seria uma missão?

Recentemente Obama destinou milhões em construções em mesquitas em território americano. O que talvez justifique, depois de promessas em vão, não ajudar os trabalhadores da região conhecida como cinturão da ferrugem, que cansados de oito anos de promessas, e uma pilha de dívidas e penhoras, votaram em Trump.

Se isso não fosse o suficiente, e depois de fazer Benjamim Netanyahu de palhaço na casa branca (Obama sequer o recebeu, o que poderia gerar um conflito diplomático, deixando o Primeiro Ministro de Israel zanzando como uma barata tonta sozinho na Casa Branca, e ainda desmarcou o jantar) acabou com anos (meio século) de diplomacia e relação com Israel. E pra você que dormiu na aula de história, Israel é o grande calo do Estado islâmico ali naquela região. Tá aí a motivação do senhor impostor.

O narcisista idiota (nem de perto Obama apresenta a intelectualidade que aparenta) que citou o próprio nome setenta e cinco vezes em seu último discurso, e que com toda a ajuda fake news e o exército de arruaceiros de George Soros, não conseguiu emplacar um sucessor (a), muito menos, alguém tão sujo e ardil quanto ele. Você até não pode acreditar, mas escapamos de uma senhora bucha (putz, bucha? Hillary? Foi mal aí, pelotão do mimimi). O ponto aqui, é se Obama “Jihad” é tão querido pelos americanos, como a mídia aqui adora pontuar, como não conseguiu emplacar um sucessor (a)?

Obama de forma sistemática vem fortalecendo no Oriente Médio o crescimento da Fraternidade Muçulmana, (inclusive com isenção fiscal dada por Lois Lerner, supervisora da receita federal americana, a Malik Obama o meio-irmão do presidente) que por sua vez anseia transformar Jerusalém na capital do Egito… pois é.

 

O homem que disse que traria a paz ao Oriente Médio, assim como transparência, sobretudo ao prometer trazer os soldados do Iraque, isso no primeiro dia como Presidente, adiou para dezesseis meses, depois vinte e três. E enfim, enviou mais trinta mil homens, duplicando a força em um claro sinal de retaliação. O homem que prometeu aos trabalhadores do NAFTA que traria mais condições, foi desmascarado em memorandos, que aquilo era apenas retórica de campanha. Algo do tipo: “ele falaria qualquer coisa para ser eleito”. A faxina no governo prometida pelo homem mais maravilhoso do mundo, virou uma ponte para que todo o governo fosse ocupado pelos grupos: Bilderberg, Trilateral commission e CFR. A estirpe número UM do mundo, os maiores criminosos multibilionários, espalhados em cada esfera do governo de Obama. Além de lobistas, o que também havia sido uma promessa de extinção.

William Lynn virou o número dois no departamento de defesa.Timothy Geithner ex-presidente da franquia do banco central (FEDERAL RESERVE) virou Secretário do Tesouro. Leon Panetta (lobista de Wall Street) comandante da CIA. E a lista só engrossa. Mas ele é gente fina e isso é que importa.

Ainda sobre a fraude de ser quem Obama diz ser, os veículos tentaram encobrir de todas as formas, mas mesmo assim, hoje se sabe que não só pesquisas incessantes mas uma pericia feita através de um grupo especializado em documentos de Israel, (inclusive órgãos americanos) comprovaram a não autenticidade da certidão de nascimento do misterioso Messias. Se tudo isso já não fosse suficiente, a certidão de nascimento está sob salva guarda do Estado pela governadora do Havaí Linda Lingle (amigona do peito) e só pode ser retirada pelo próprio Obama.

Pra quem acha tudo isso pouco, documentos e vídeos comprovam o envolvimento de Obama com a Acorn uma ONG responsável pela maior fraude de títulos de eleitor na terra do tio Sam. Documentos liberados pela universidade de Illinois comprovam conexão entre o presidente gente fina e o terrorista William Ayers com projetos de subsídio para organizações de esquerda.

Inúmeras vezes na história recente da humanidade, a sociedade trocou seu discernimento e capacidade de pensamento pelo discurso inflamado de tiranos travestidos em caras legais, em prol de mudanças. Foi assim com Hitler, Mao (60 milhões de mortes em cinco anos) Lênin e Stalin.

O que nós como sujeitos deveríamos pensar antes de comprar narrativas unilaterais e retóricas fantasiosas ora iluminadas, é que se alguma mudança ocorrer não será para nós, sujeitos comuns, e sim o topo da pirâmide que dita as normas e regras do jogo.

E a cada vez que penso que não podemos ser assim tão estúpidos, alguém me lembra: Yes, we can!

L.M

Fontes

https://thoth3126.com.br/obama-nao-nasceu-nos-eua/www.wnd.com%20index.php%20/
http://www.newsmax.com/headlines/obama_secrecy/2008/10/22/143157.html?s=al&promo_code=6DF8-1
http://michellemalkin.com/2008/08/27/obamas-ayers-problem-deepens/
http://www.fimdostempos.net/barackobama/www.youtube.com/watch?v=7NmaZIdz6Vo
http://article.nationalreview.com/?q=NDZiMjkwMDczZWI5ODdjOWYxZTIzZGIyNzEyMjE0ODI=

Black Mirror com a nossa cara

  
É difícil dizer com precisão, o quanto os antigos veículos de comunicação ainda irão durar. Enfermos como pacientes terminais, sangram à mercê da tecnologia e o alcance de cada novo algoritmo digital.

 

 ​A maioria nem sabe mais o que significa ter que esperar pra assistir o que realmente deseja, como um refém da grande tela num passado distante. 

 

Na esteira desse avanço, a Netflix promete ser não só a bola da vez como a TV aberta definitiva muito em breve. 

 

Baseado nesse conceito tecnológico, os britânicos revisitaram o formato clássico e provavelmente esquecido do Além da imaginação (série de ficção criada em 1959 por Rod Serling), transformando a série “Black Mirror” na menina dos olhos no gênero ficção científica/suspense. O formato flerta com a psique humana enraizado em um viés tecnológico arrasador, além da crítica em um acentuado desconforto social.Todos com um “que” de premonição apocalíptica. Não é uma série contínua. Os episódios são fechados. E os telespectadores, assim como as críticas positivas, aumentam exponencialmente.

 

O título Black Mirror é uma alusão à tela dos dispositivos quando desligados, e tem o equilíbrio perfeito entre o moderno e o padrão criativo de elementos Sy Fy tecnológicos e uma linguagem, assim como desenvoltura narrativa, altamente referencial. 

 

Logo no primeiro episódio – O Hino Nacional-, prendemos a respiração quando o primeiro ministro Inglês Michael Callow (Rory Kinnear) afim de salvar a princesa Susannah, sequestrada, se vê obrigado a participar de uma cerimônia sexual com uma “porca”, (isso mesmo), com uma transmissão em rede aberta com todo o Reino Unido assistindo de camarote. Não demora muito e toda internet (o mundo inteiro) tem os olhos colados na performance extenuante do “pobre primeiro ministro”.

 

Todo episódio tem a sua crítica baseada no quanto nos tornamos dependentes e manipulados pelos dispositivos e a vida com algoritmos, além da aceitação social imposta pela grande rede. 

 

Vai um Like aí“?

 

A crítica é válida. E, em grandes momentos parece um pré-futuro não tão distante assim, batendo à nossa porta com tom de aviso prévio. 

 

A série que começou no Channel 4 (2011-2014) teve a estréia da terceira temporada na Netflix há pouco mais de duas semanas (post escrito em 2016) com elevados índices de audiência . 

 

A terceira temporada conta até aqui com 6 episódios. Serão 12 no total. Mas a segunda metade será lançada mais à frente em 2017. Tempo mais que suficiente para você entrar no clima e acompanhar (os episódios duram entre 46 e 60 minutos) e rever a intensidade, assim como a privacidade de sua vida nas redes sociais. 

L.M

Inimigo do Estado

  
Revolução. Do latim “revolvere”. Revolver, girar. Uma alusão ao movimento dos planetas e ao tratado de Copérnico. No linguajar comum, pelo menos desde 1789, significa desastre. Nenhuma revolução até hoje, com suas barbáries e brutalidades – com a violência como “estado de graça”-, facilmente cometidas e confundidas pela imbecilidade de punhos em riste trouxe algo além de sangue. 
De lá pra cá, camponeses deram lugar a líderes sindicais picaretas com ar sofisticado. Os ativistas intelectuais embuídos em causas de ódio, ainda proliferam através de uma nata ranzinza e sem argumento, deixando a tal intelectualidade em algum lugar do passado.
E, eis que o Estado surge soberano. Incólume. Pronto pra salvaguardar toda e qualquer necessidade além de sua incumbência. Em seu centro, uma figura popular com ar altivo, elevado à categoria de salvador. Messias, se é que você me entende. 
Foi e sempre será assim. De Jacobinos ao chilique Bolchevique, há sempre um filho da puta bem intencionado querendo mudar o mundo. Como se ele (mundo) já não estivesse mudando. Ou você tem usado fogueiras, guilhotinas e charretes ultimamente? 
Estado. Quase sempre em projetos de poder, é inchado como um balão, ou, se preferir; erguido à própria silhueta rechonchuda do estadista de merda. 
Ridículos bigodinhos à parte, a barbárie estadista sempre teve um lunático com grandes planos de mudanças em seu perfil. De crível nessa baboseira toda, apenas o fundo do poço. 
O Estado não deveria ser sinônimo de fonte de progresso. Sobretudo, em um tempo em que a máquina da administração pública é colonizada pelo sistema endêmico de corrupção de exóticos e intrínsecos planos populistas. 
Rousseau, a vedete dos democratas, e a sua utopia sobre o estado, assim como outros lunáticos, cada vez mais, descem do pedestal com cabeça baixa. Segundo Frédéric Bastiat, Rousseau aceitou a hipótese da passividade completa do homem diante o legislador. 
Bastiat, um incansável defensor da lei, definiu em bons termos sua visão do Estado: “uma grande ficção através da qual todo mundo se esforça para viver às custas de todo mundo”. Assim como acreditava que o intervencionismo, socialismo e protecionisno eram formas de perversão da lei.
 #tamojuntobastiat

Também é bom que se diga, o quanto a falta de bom senso se faz presente no intervencionismo estatal, não só econômico como civil. 
Na hegemonia do cinismo os tentáculos do poder do Estado, claro, sempre mascarado de boas intenções se proliferam. Na Venezuela, o nosso vizinho mais dentro do buraco, o plano de nacionalização do mercado teve início. A própria OEA já não considera mais a Venezuela como um regime democrático. Resumindo; com o governo decidindo quem tem acesso a comida e quem não tem, fica praticamente inviável não só ter oposição, como a votação do referendo revogatório contra o governo. Tá aí mais uma aulinha básica de socialismo e tirania caso você tenha perdido os últimos 70 anos (aquele abraço ao seu professor de esquerda ). 
Desde o império romano onde houve um rompante digamos… “pre-socialista” ( acho que podemos chamar assim) em uma tentativa de centralizar a economia assim como tudo mais, os romanos foram à bancarrota. 
A frágil raça humana, passível de seu egoísmo mesquinho, além de péssimos alunos (e aqui eu gostaria de usar a palavra “aprendedor”, exatamente pelo simples fato de estudar não significar aprender) continuamos a tentar mais e mais. Como a eterna tarefa de Sísifo. O famoso “murro em ponta de faca”. 
Bom, é melhor parar por aqui. Esse assunto parece não ter fim, assim como a ladainha em forma de mantra desses imbecis moldados a ódio e má cognição. 
Fica apenas a real intenção, desejo, de que não se fixem em manchetes. Leiam a “porra” da matéria inteira. O importante não é quem posta a tragédia primeiro, é se informar. Educar. Interessar. Alimentar a mente. 
E, em um mundo de caos e ruptura.Da doutrinação e o enfado cultural em ode ao estúpido, eu anseio por menos Marx e mais Mises. 

L.M

Um imbecil nada pontual 

 

  

Não raro são os momentos onde a revelação se faz muito além do necessário. Atrelado a isso, vive-se um intenso e raso conto de fadas da idiotice. Veja bem; aqui, na minha bolha estúpida, eu posso ser o senhor do nada. Um verdadeiro e autêntico idiota útil. 
O jornalismo já teve o seu tempo de glória e isso parece há tanto tempo que quase sentimos falta de algum zero à esquerda diante um telepronter lhe conferindo a cartilha e o que dizer. 
O episódio em questão, foi na bolha conhecida como Globo News. Bom, o fato de um canal de notícias ser ligado umbilicalmente a Roberto Marinho, já não deveria, em hipótese nenhuma, ser levado a sério. Mas como brasileiros, somos potencialmente ungidos em graça maior em sermos manipulados. 
Carrie Fisher, a eterna Princesa Leia, nos deixou. Assim como Solo, nos sentimos desolados. Afinal, a franquia Star Wars faz parte de todo o nosso trajeto como sujeitos. O botão da fantasia, a ode ao gênero ficção científica, certamente, em um infinidade de casos teve inicio bem ali. 
E em um momento de despedida, o buraco deixado por uma princesa que ainda tinha muito a dizer do alto de seu carisma, foi brutalmente comentado por um desses “tipecos” que proliferam aos montes no formato televisivo de desinformação. 
Curiosamente, o canal usa o slogan “ignorância não é uma virtude” em seus intervalos. Faça o que eu digo, não faça o que faço, cairia melhor. 
Voltando ao protagonista, com sua pompa e imbecilidade, e aqui, essa me parece ser a matéria prima desse tipo de sujeito, ele nos brinda com o absurdo. Não é a primeira vez. Tampouco será a última. Infelizmente. 
Jorge “infeliz” Pontual, apelidado de #retardadopontual ou coisa do tipo em uma hashtag bombástica, do alto de sua soberba certamente aprendida nos certames internacionais, não cometeu um deslize. Ele apenas fez o seu “mais do mesmo”. O modo sem noção. A antipatia em um mix de grosseria e desrespeito vinda do mesmo homem que verteu lágrimas em horário nobre pela morte de um assassino. 
Vítima de um ataque cardíaco enquanto voava de Londres para Los Angeles Fisher não teve as lágrimas destinada a Fidel. Por um lado, eu esgarço um sorriso. A princesa não foi comparada, colocada no mesmo saco que um pulha assassino por um ignóbil vassalo vermelho. 
Aqui, o sorriso se encerra. A grosseria é lamentável. De nada adiantou ao lixo com gravata viver fora do inferno tupiniquim. O terno caro e o ar idiotizado desesperado em ser chamado de intelectual (nunca será), mesmo em uma época que mundo arreganha seus ouvidos aos reis da mentira, e o título de correspondente internacional, nada pôde fazer pelo imbecil. 
Eis então que me pergunto; o que pessoas próximas de Carrie poderiam pensar. O que achar da falta de respeito rotineira e tão natural, diante do luto? 
Nem mesmo a posição profissional concedida sabe se lá como, foi de alguma valia ao mentecapto de terno sem vergonha ou educação. O festival de desinformação e confusão mental, acontece em um loop infernal em um formato viciado, tendencioso e não menos corrupto. A besta quadrada aqui, nada pontual, é só mais um peão na fileira da frente. Há muito mais, meus caros. 
Infelizmente, enquanto escrevo, chega a notícia que a mãe de Carrie, Debbie Reynolds 84 anos, que finalizava detalhes do funeral com o filho, faleceu. Eu, sinceramente, espero que o “burro nada pontual”, não tenha nenhuma outra piada infame para a situação. Que continue a chorar copiosamente, em prol de um miserável déspota homicida. Se para ele, o momento é de absoluta falta de respeito, ao resto do mundo, é de tristeza. 
Por mais clichê que seja, estendemos nossas vozes e preces. 
 ” Que a força esteja com você ” Princesa Leia.
L.M

Ao Burro com carinho 

  
Há muito venho pensando na cara-de-pau nada genuína que urra e berra enfurecida bem aqui, no coração do nosso país de merda, quando falamos de inteligência, talento e profissão. Digo isso, porque é claramente um reflexo do que ocorre em grande escala por aí. 
O sujeito não sabe fazer nada direito. Mas existe uma série de termos e inversões de valores colocando esse tipo de figura com um título polido e encerado, quase como se fosse um cão bastardo de Harvard. Mesmo que nunca tenha ouvido sobre Russel Kirk, Thomas Sowell ou Milton Friedman.
De Steve Jobs pra cá a palavra CEO e o conjunto doutrinário de elegantes afirmações ora tecnológicas, ora sociais elevam um pedreiro à categoria de engenheiro de marketing. Ou um ex-despachante de bosta a coaching do futuro. Claro, sorrisos esgarçados e fotos vibrantes em redes sociais rolam em abundância. 🙂
Claro que a verdade é tão desapontadora como zoom em foto de ” avatar” :/
A geração ” NEM”, a garotada que nem trabalha nem estuda… Pode ter uma inteligência emotiva vergonhosa, afinal, fazem parte dos 68% de analfabetos funcionais à espera do peito estatal, mas no quesito Netflix, caso isso fosse levado em consideração, seriam os melhores. 
Quando nascemos, temos um universo de cores, sinais e estímulos que nos faz abraçar a imaginação e a fantasia como se não houvesse amanhã. Infelizmente, a escola, na contramão de tudo isso, nos transforma em zumbis. Retardados incapazes de pensar por si só. O engraçado é que as mesmas pessoas acorrentadas ao ensino institucionalizado e viciado (falido todos nós já sabemos) querem que agora, a tal criança (um marmanjo com intenção de mudar o mundo, rá!) saia da caixa. O tal do “think out the box”! Isso, depois de vinte anos chicoteando o pobre coitado que caso a vida dependa de interpretar um texto, perecerá miseravelmente. E, que verdade seja dita, foi colocado na “caixa” pelo próprio sistema. 
A cara-de-pau citada no inicio do texto, fica a cargo do sujeito que mesmo enfiado nesse desconexo e por que não, nada cognitivo mar de absurdos, se torna o descolado e grande CEO de alguma bosta em perfis e apertado mundo virtual. Afinal, nada como afagar o próprio ego. Outras das vis necessidades do mundo contemporâneo.
Mas se enganar faz parte do contexto por aqui, o tal do “esperto”, que claramente deveria ser lido como MALANDRO, a coisa vai de vento em poupa. 
Como diria o Frontman da Donzela de Ferro; ” até um macaco faz um Mba”. 
O fato, o nosso problema fulcral, reside na educação de tentativa e erro, ou melhor, erro e desgraça absoluta. 
Coibir a educação e sua liberdade criativa parece ser o nome do meio de nossas infames instituições. 
Faculdades não mais detém autonomia para definir suas grades, já que essas, ficam a cargo de uma outra instituição. No caso aqui, o MEC. Com qual intuito, a serviço de quem e pra quê, dá pra se ter uma ideia. 
Enquanto isso, temos a televisão no meio da sala como um gerador de valores. Os mais afoitos e manipulados “idiotas úteis”, do alto dos hormônios da puberdade, bradam contra o capitalismo postando selvagemente (erros ortográficos e de sintaxe são imprescindíveis) direto de Iphones e tablets direto da Apple store.         🙂 parte 2.

Nada mau. Afinal, alguns são catequizados via Ipad já no berço. 
Burrice, estupidificação, DNA do ódio, imaturidade e desconexão são algumas das especificações e certezas da atualidade. Nós, que como seres evolutivos, crescemos sob a batuta do risco e do medo, certamente deveríamos nos envergonhar de quem nos tornamos, ou pior; de quem não somos e fingimos ser. 

L.M

Os 40 anos de Rocky um lutador 

  
Se você chegou de Marte ontem, ou viveu os últimos quarenta anos em uma caverna, ainda assim a chance de ter ouvido falar em Rocky Balboa é muito grande. Gerações foram embaladas ao som de “Gonna fly now” orquestrada por Bill Conti.

 

Rocky foi uma quebra de paradigma e uma inusitada reviravolta no tão cultuado “mainstream hollywoodiano”. O filme, longe de ser cotado para algum prêmio, muito menos indicações ao Oscar, teve o seu roteiro escrito em três dias pelo próprio Stallone. Um orçamento de 1 milhão, que acabou por render mais de 200 milhões e a proeza de sobreviver ao tempo.

 

O ano era 1976. Silvester Stallone- o Sly-, estava longe de ser a celebridade em que a película em forma de superação e culto ao boxe dirigida por John G. Avildsen, o transformaria. Tampouco, o Garanhão Italiano, como ficou conhecido, imaginaria que a luta entre um desconhecido enfrentando o grande Muhammad Ali, mudaria sua vida.

 

Contra todas as possibilidades, o filme de baixo orçamento que queria um galã no papel de Rocky, superou expectativas e teve não só a indicação às categorias de melhor ator e roteiro original (foram dez no total) como foi vencedor do Oscar como melhor filme, diretor e montagem, levando assim três estatuetas.

Rocky um Lutador, foi filmado em vinte e oito dias. O feito ainda ecoa em cada ranço de história de superação em telas em todo o mundo. E, se de superações e grandes feitos heróis são mitificados, Rocky, com seu puído moletom cinza e veia de campeão, inquestionavelmente, veio para ficar.

Publicado originalmente em 7minutos.com.br